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Grupo de Trabajo: La formación de la cultura democrática por las izquierdas
 
Persona responsable de la inscripción: Fabio Jose Bechara Sanchez
 
1. Nombre del Grupo de Trabajo.
  La formación de la cultura democrática por las izquierdas
 
2. Ubicación crítica del tema en el contexto y en la política pública latinoamericana y caribeña y en relación con la dinámica global.
 

Este projeto pretende dar continuidade aos trabalhos do GT CLACSO " A formação da cultura democrática pelas esquerdas latino-americanas" , que envolveu pesquisadoras e pesquisadores de diferentes países de nossa região, sob a coordenação de Marilena Chaui e que teve como objetivo principal articular o estudo da história de constituição das democracias das nações latino-americanas, a partir da década de 1980, com a investigação das obras de intelectuais latino-americanos que participaram dos processos de democratização e elaboraram obras para pensar a democracia.


Assim,  as pesquisas do GT se iniciaram buscando problematizar e sistematizar uma reflexão conjunta sobre as grandes obras do pensamento de esquerda latino-americano sobre a democracia a partir dos anos de 1980. Como produto deste trabalho, foram produzidos textos sobre intelectuais e política na america latina, que estão incluidos em livro que saíra como resultado dos trabalhos do Grupo de Trabalho e, particularmente para o Brasil, se consolidou uma coleção de publicações que retomam a obra de Intelectuais brasileiros que tiveram participação fundamental na construção democratica no Brasil.


Além disso, as pesquisas do GT se desenvolveram buscando pensar a formação da cultura democrática pelas esquerdas latino-americana durante os ciclos progressitas que se iniciaram na década de 2000. Estas atividades se dividiram em quatro núcleos: política, economia, cultura e sociedade.


Durante a realização das pesquisas e dos encontros para balanços e trocas de ideias, os pesquisadores foram pouco a pouco convergindo em diagnósticar sinais claros de repressão e possível esgotamento do ciclo progressista.  Diante da transformação histórica dramática dos últimos anos, os esforços foram se direcionando para a compreensão e o registro dos fundamentos dos blocos históricos progressista bucando compreende-los e, em caso de retrocesso, fornecer matrizes de compreensão para que gerações futuras possam ao assumir governos na América Latina reconstruir o ciclo progressista sob novas bases.


Além disso, os pesquisadores procuraram também realizar o trabalho critico de detectar as falhas internas dos governos progressistas que lhes deixaram mais fracos perante as investidas das forças repressivas que lhes atacavam. O balanço parcil destas investigações criticas pode ser encontrado no livro que reúne a contribuição dos pesquisadores do GT em quatro campos: democracia e política, democracia e economia, democracia e cultura, democracia e sociedade.


Diante da reposição histórica de tendências econômicas, políticas, culturais e sociais que vingaram durante o período das ditaduras militares e pareciam esquecidos em nosso passado, as discussões no interior do GT começaram a desenvolver-se também através da negatividade dialética para incorporar uma compreensão critica do retrocesso antidemocrático no continente neste último periodo.


Assim, esta proposta de continuidade do GT tem por objetivo dar continuidadeao trabalho iniciado em 2013, focando agora na nova conjuntura que vivem as esquerdas latino-americanas, de esgotamento de um ciclo progressista e abertura de um novo ciclo com forte viès conservador e neoliberal.


Desta maneira, partindo da premissa de que a diferença entre ditadura e democracia não pode ser reduzida a termos jurídicos ou mesmo à simples forma da constituição e do Estado, mas envolve também processos de autonomia, conquista e consolidação de direitos em diferentes dimensões da sociedade civil, nosso propósito é articular o estudo da história de constituição das democracias das nações latino-americanas, a partir da década de 1980, com a investigação das obras de intelectuais latino-americanos que participaram dos processos de democratização e elaboraram obras para pensar a democracia. 
Sabemos que alguns setores sociais conservadores que tinham apoiado os golpes militares não apenas participaram dos processos constituintes da década de 1980, mas, por meio de sua intelligentsia, elaboraram imagens e teorias sobre a democracia que ainda hoje circulam em jornais e revistas. Em geral, apresentam a democracia como um regime formal e estritamente político definido pelo pluripartidarismo: ocultam a divisão social e a luta política entre as classes reduzindo a disputa política à disputa entre os partidos. A esquerda, por sua vez, iniciou um trabalho de reflexão critica sobre a democracia que tem como propósito não apenas compreender a conjuntura latino-americana, mas elaborar formas políticas de transformação da sociedade. Em geral, a esquerda pensa a democracia num sentido muito mais amplo a partir de processos sociais contraditórios que se realizam em uma multiplicidade de regimes ou dimensões da realidade: democracia política, democracia econômica, democracia cultural, democracia social, democracia na universidade, etc...,
Nosso trabalho, portanto, ocupa-se com a história da cultura política dos intelectuais das esquerdas sul-americanas que pensaram a democracia a partir das sociedades sul-americanas. Por meio da análise de suas obras, procuraremos também trabalhar com a critica das construções ideológicas dos setores conservadores acerca da democracia. Contudo, nosso propósito primeiro durante os próximos 18 meses é a gênese histórica da reflexão sobre a democracia no interior das esquerdas sul-americanas. 
A fundação da UNASUL, em 2008, consolida institucionalmente e fortalece um processo histórico de integração regional que está em curso e aponta para a constituição de uma democracia federada entre as nações sul-americanas. No preâmbulo do Tratado Constitutivo, assinado em 2008, lemos que a democracia é entendida a partir da autodeterminação dos povos e que a integração sul-americana funda-se na igualdade soberana dos Estados. 
O texto aponta para um esforço conjunto para intensificar os processos de democratização no interior de cada Estado, na medida em que reconhece o direito à autodeterminação de cada povo sul-americano, bem como entre os Estados, na medida em que a integração política funda-se na igualdade soberana dos Estados. Ora, a integração democrática implica também intensificar a cultura democrática na América Latina através de diversos meios: universidades, centros de pesquisa, jornais, revistas, etc... 
Nosso propósito é contribuir para a intensificação dos debates entre os cientistas sociais, economistas, filósofos, historiadores e, em geral, entre os pensadores da democracia nas nações sul-americanas, a partir de uma reflexão conjunta sobre história de formação de uma cultura democrática no interior das esquerdas sul-americanas. 
Desta maneira, reuniremos pesquisadores que se ocupam com a reflexão sobre a democracia na América Latina em suas respectivas nações e poderemos contribuir para a construção de uma rede sul-americana para intensificar os diálogos entre os pesquisadores das diferentes nações. A construção de uma rede de intercâmbios entres os pesquisadores e a intensificação dos diálogos permitirá não apenas que cada grupo aprofunde o seu conhecimento da história recente de processos de democratização em outras nações da América Latina, mas também que aprofunde o conhecimento dos processos de democratização de sua própria nação, na medida em que possa refletir com uma visão de conjunto dos processos na América Latina. 


 Um dos eixos de trabalho do GT será também uma reflexão sobre as experiências de economia solidária na região. De formas diferentes, vem emergindo e consolidando-se nas ultimas décadas na America Latina variadas experiências de autogestão e de participação democrática de trabalhadoras e trabalhadores na organização do trabalho e da produção e que vem assumindo o nome de economia social e solidária.


Este movimento vem se expandido e ganhando configurações próprias na America Latina. Nossa hipótese é que, diferente das experiências correlatas na Europa, que se inserem num contexto de profundas transformações do estado de bem estar social e, portanto, numa crise das democracias europeias, na America latina o que vem sendo chamado de economia solidária re-surge e se fortalece com o processo de democratização do continente a partir dos anos de 1980 aliada ao fortalecimento de movimentos sociais que tem buscado construir uma agenda baseada em alternativas ao nacional desenvolvimentismo, por um lado e, por outro, ao totalitarismo neoliberal que dominou o continente nos anos 1990.


  Não por acaso, muitas destas experiências de economia solidaria surgem no contexto das lutas contra os estados ditatoriais nos anos de 1970 e 1980 e se fortalecem como resistência ao neoliberalismo, nos anos de 1990.


Mas não apenas o contexto econômico foi determinante para o re-surgimento da economia solidaria, como também o contexto político e a rearticulação da sociedade civil nestes países, com a emergência de “novos movimentos sociais”.


Apesar da diversidade destes processos e de seus significados diferenciados em cada país, parece existir similitudes entre estas experiências: elas são fruto, por um lado, da resistência as crises econômicas, ao neoliberalismo e à modelos de desenvolvimento econômico excludente e, por outro, de novos movimentos sociais que aparecem na arena pública latino americana e que surgem no contexto da ampliação de processos democráticos na região. 

 

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3. Fundamentación y análisis de la relevancia teórica del tema frente al contexto analizado.
 






Nosso propósito é investigar a formação da cultura democrática no interior das esquerdas sul-americanas a partir da análise das obras e da análise das conjunturas. Trata-se de um trabalho de história da cultura que se realiza com a dialética para pensar de que maneira a conjuntura das sociedades sul-americanas, a partir da década de 1980, colocou a questão da democracia na pauta das esquerdas e de que maneira os diferentes intelectuais, nas diferentes sociedades sul-americanas, abraçaram a pauta e realizaram seu trabalho de pensamento e sua práxis. 
Nossas pesquisas terão em comum esta apreensão dialética dos processos culturais e sociais a partir das últimas décadas, mas os pesquisadores poderão desenvolver suas pesquisas em duas vertentes: (a) análise da cultura: análise das obras dos intelectuais das esquerdas sul-americanas que trataram da questão da democracia na América Latina; análise da intelligentsia conversadora sul-americana e das ideologias acerca da democracia. (b) análise da conjuntura histórica: análise da conjuntura histórica que pôs na pauta das esquerdas a questão da democracia; análise do realinhamento dos grupos conservadores que apoiaram as ditaduras em torno de construções ideológicas sobre a democracia, etc... 
A partir do confronto e das análises comparativas entre as pesquisas sobre os diferentes intelectuais, procuraremos verificar em que medida, nas últimas décadas, os intelectuais sul-americanos elaboraram uma cultura e um pensamento imanente às experiências sociais e culturais das sociedades sul-americanas. Podemos, por exemplo, retomar algumas questões clássicas da CEPAL e traspor as interrogações de Prebisch e Furtado para o campo da produção cultural: se considerarmos as teorias sociais e as ciências humanas como instrumentos simbólicos de produção do saber e da ação, poderemos transpor as questões econômicas para o campo da cultura e interrogar em que medida as esquerdas sul-americanas formaram uma tradição de pensamento democrático autônomo e não-dependente. Esta seria, talvez, a principal diferença em relação aos grupos conservadores que conservam a mentalidade colonial na América Latina e que, após terem apoiado as ditaduras militares, abraçaram passivamente as teorias neoliberais sobre a democracia produzidas alhures. 
Como se formou, nas últimas décadas, a tradição de pensadores sul-americanos que, em vez de receber sem criticas as definições de democracia, ditadura/totalitarismo elaboradas pelas ciências sociais europeias, soviéticas ou norte-americanas, procuraram desenvolver formas de saber e ação autônomos e livres para pensar os conceitos de democracia e ditadura a partir das experiências e das culturas sul-americanas? Em que medida esta tradição elaborou formas de ação e pensamento para dialetizar os conceitos e dialogar com as tradições europeias e norte-americanas a partir das tradições políticas latino-americanas? 
Nossa pesquisa sobre a formação histórica da cultura de pensamento democrático no interior das esquerdas sul-americanas, assim, não se orienta por um interesse livresco e nostálgico, mas abre vias para a intepretação do presente e para autocritica das novas gerações de intelectuais sul-americanos, bem como contribui para a consolidação e o aprofundamento futuro desta mesma tradição. Como vimos, a UNASUL propõe uma integração autônoma das sociedades sul-americanas nas relações internacionais e isto significa que as sociedades sul-americanas que participam como Estados membros da UNASUL têm reconhecido o seu direito à autodeterminação. Assim, cada sociedade sul-americana passa a ter o direito de autodeterminar, a partir de sua história e de sua cultura, suas formas de organização econômica, social, cultural e política. Podemos citar, de passagem, a maneira pela qual, nos últimos anos, a cultura indígena se fortaleceu nos debates políticos acerca da democracia na Bolívia. Ora, o direito à autodeterminação que se faz valer no campo da cultura, a fortiori, também se faz valer no campo das técnicas, dos saberes, da ciência. 
Os intelectuais sul-americanos que pesquisaremos, com efeito, elaboraram seus conceitos a partir da experiência nas sociedades sul-americanas, mas também a partir do estudo e da critica das obras de intelectuais europeus, soviéticos ou norte-americanos: trata-se, com efeito, de uma tradição que dialetizou os conceitos e elaborou uma tradição sul-americana capaz de negar a cultura colonial e afirmar-se autonomamente no dialogo com as tradições intelectuais e políticas da Europa, dos EUA, da Ásia, etc... 
Trata-se, portanto, de uma cultura de pensamento social livre, não-dependente e democrático que estabelece novas formas de inserção das sociedades e Estados sul-americanos nas relações internacionais, cultura de esquerda democrática que se consolida pela critica à mentalidade colonial que marcou o passado e persiste, sob as novas formas neoliberais, em setores conservadores das sociedades sul-americanas. Uma investigação da história da cultura democrática no pensamento social dos intelectuais sul-americanos permite apreender um processo cultural que constitui o nosso presente e aponta para um futuro. 
As entrevistas filmadas ou registradas em áudio com personagens que participaram ativamente da construção da cultura democrática nas sociedades sul-americanas têm como propósito o registro e a divulgação audiovisual das palavras de homens e mulheres que participaram e participam ativamente da construção da cultura democrática. As entrevistas podem ser com políticos, intelectuais, militantes, líderes sindicais, membros de movimentos sociais, etc... Podem também ser entrevistas com militantes, intelectuais e políticos que participaram das discussões durante as constituintes da década de 1980: neste caso, além de registrar a posição atual de atores dos processos constituintes da década de 1980, as entrevistas poderão também mostrar como eles pensam os processos de democratização nas últimas décadas, onde encontram avanços e onde encontram retrocessos, etc... No caso do Brasil, por exemplo, entrevistaremos os personagens que atuaram com propostas de emendas populares que não foram aprovadas na constituição de 1988 e pediremos que façam um histórico de suas reivindicações. 


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4. Plan de trabajo trienal (36 meses).
 
  OBJETIVOS ACTIVIDADES RESULTADOS ESPERADOS
PRODUCCIÓN DE CONOCIMIENTO
(Investigación)
Investigação da conjuntura histórica que pôs a democracia na pauta das esquerdas latino-americanas. Investigação do pensamento critico sobre a democracia produzido pelas esquerdas latino-americanas. Investigação das grandes obras Leituras, Seminários, Debates, Entrevistas, Colóquios Iniciar uma reflexão conjunta sobre as grandes obras do pensamento de esquerda latino-americano sobre a democracia. Montar as bases para a construção de uma coleção latino-americana que reúna das obras dos intelectuais engajados que pensaram as democracias latino-americanas a partir da década de 1980
DIFUSIÓN DEL CONOCIMIENTO
(Acciones de formación, visibilización, confrontación de la producción)
Fomentar o debate sobre das peculiaridades das democracias latino-americanas. Fomentar o debate sobre os grandes pensadores sul-americanos da democracia.
Montar uma rede de intercâmbios que possibilite uma coleção conjunta que reúna as obras dos grandes pensadores da esquerda latino-americana que resistiram às ditaduras e, a partir da década de 1980, pensaram novas formas de solidariedade e libertação nas democracias. Acreditamos que a construção de uma rede de pesquisadores através de Clacso será uma base social forte para montar a coleção latino-americana.
Montagem de uma revista eletrônica e de uma plataforma na internet que reúna os textos e as entrevistas filmadas.
Realização de encontros e um grande colóquio latino-americano.
Produzir e reunir na revista pequenos dossiês com estudos histórico-críticos das obras dos grandes pensadores latino-americano da democracia, bem como estudos econômicos, sociológicos e políticos sobre a formação histórica das democracias a partir da década de 1980. Produzir e reunir na plataforma entrevistas e textos que permitam ao público em geral uma introdução aos grandes pensadores sul-americanos da democracia.
RELACIONAMIENTO CON POLÍTICA PÚBLICA Y ORGANIZACIONES SOCIALES
(Escuelas, espacios de debate, medios, intervención sistemas de ciencia y tecnología, etc.)
Discutir e problematizar os conceitos elaborados para pensar as democracias latino-americanas junto com movimentos sociais ruais e urbanos diversos. Realizar encontros, minicursos e palestras no interior de movimentos sociais de trabalhadores rurais e urbanos. Avaliar o sentido do pensamento critico latino-americano para os movimentos sociais de trabalhadores rurais e urbanos. Não se trata de doutriná-los, de pretender doutrinar e impôr uma "consciência de classe", mas de avaliar as relações entre os conceitos da tradição de pensamento critico latino-americano e a cultura imanente aos diversos movimentos sociais de trabalhadores rurais e urbanos da América Latina. Trata-se de investigar dialeticamente as relações entre teoria e prática tendo como foco a questão da democracia para os movimentos sociais.
ARTICULACIÓN CON OTRAS REDES Y PROGRAMAS
(Latinoamericanas, caribeñas y mundiales)
Interagir com outras redes internacionais, particularmente aquelas que trabalhem com a temática da democracia e economia solidária. realização de encontros e colóquios conjuntos com redes correlatas de pesquisa. Integração e aprofundamento de debate entre redes de pesquisa.
 
5. Integrantes del Grupo de Trabajo
  Total de investigadores ingresados: 18
- Alicia Veneziano
  Instituto de Ciencia Política - ICP/UDELAR (Uruguay)
Facultad de Ciencias Sociales - Universidad de la República
   
- Andre Rocha
  Departamento de Filosofia - Universidade de São Paulo
(Brasil)
   
- Diego Tatián
  Centro de Estudios Avanzados - CEA/UNC (Argentina)
Universidad Nacional de Córdoba
   
- Ezequiel Ipar
  Instituto de Investigaciones Gino Germani - IIGG/UBA (Argentina)
Facultad de Ciencias Sociales - Universidad de Buenos Aires
   
- Fábio Antonio De Campos
  Instituto de Economia - UNICAMP
(Brasil)
   
- Fabio Jose Bechara Sanchez
  Fundação Perseu Abramo - FPA (Brasil)
   
- Fernanda Wanderley Xavier
  Postgrado en Ciencias del Desarrollo - CIDES/UMSA (Bolivia)
Universidad Mayor de San Andrés
   
- Geronimo De Sierra
  Departamento de Sociología - DS/UDELAR (Uruguay)
Facultad de Ciencias Sociales - Universidad de la República
   
- Gisela Mara Catanzaro
  Centro Cultural de la Cooperación FLOREAL GORINI - CCC (Argentina)
   
- Ivan Mauricio Sánchez Días
  Departamento de Sociología - DS/UDELAR (Uruguay)
Facultad de Ciencias Sociales - Universidad de la República
   
- Ivonne Farah
  Postgrado en Ciencias del Desarrollo - CIDES/UMSA (Bolivia)
Universidad Mayor de San Andrés
   
- Mariana Cecilia De De Gainza
  Instituto de Investigaciones Gino Germani - IIGG/UBA (Argentina)
Facultad de Ciencias Sociales - Universidad de Buenos Aires
   
- Marilena Chaui
  Departamento de Filosofia - Universidade de São Paulo
(Brasil)
   
- Miguel Angel Hernandes
  Doctorado en Ciencias Sociales - DCS/UCV (Venezuela)
Universidad Central de Venezuela
   
- Nicholas Dieter Berdaguer Rauschenberg
  Instituto de Investigaciones Gino Germani - IIGG/UBA (Argentina)
Facultad de Ciencias Sociales - Universidad de Buenos Aires
   
- Pablo Mamani Ramirez
  Centro de Investigaciones sobre América Latina - CIALC/UNAM (México)
Universidad Nacional Autónoma de México
   
- Paul Singer
  Fundação Perseu Abramo - FPA (Brasil)
   
- Wagner De Melo Romao
  Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - IFCH/UNICAMP (Brasil)
Pós-Graduação de Filosofia e Ciências Humanas - Universidade Estadual de Campinas
   
 
6. Coordinador/es del Grupo de Trabajo

Paul Singer

  Fundação Perseu Abramo - FPA (Brasil)
   
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